Espetáculos

 

Compañía Nacional de Danza Contemporánea - CNDC, Argentina

 "8 Pies e Rio Conmigo"

 

quando 29 out | domingo | 20h

onde Grande Teatro do Sesc Palladium

duração 65*

classificação etária indicativa livre

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

8 Pies

A obra Oito pés parte de improvisação, provas e confissões internas a partir da linguagem corporal de cada artista em que pares estão dispostos a dialogar.

 

Ficha técnica 8 Pies

Intérpretes: Victoria Hidalgo-Magalí del Hoyo-Pablo Fermani-Yésica Alonso-Yamila Guillermo-Juan Salvador Gimenez Farfan -Leo Gatto-Rafael Peralta

Música: Madreas Electrónico

Edição Musical: David Romano

Iluminação: Ramiro Soñez –Adaptación: Martín Rebello

Coreografia e Direção: Ramiro Soñez

 

Río Conmigo

 

"El individuo transita intensamente su camino. Allí experimenta, interactua, se relaciona, brinda y recibe. Tan solo él conoce lo que carga en su bagaje; algo falta, algo perturba. La incógnita de conocer cuánto de sí mismo es capaz de dejar como herramienta útil para los otros" (R. Peralta)

 

O indivíduo transita por seu caminho onde experimenta, interage, se relaciona, dá e recebe. Só ele conhece o peso de sua bagagem; algo falta, algo perturba. A incógnita de saber o quanto de si mesmo é capaz de deixar como ferramenta útil para outros (R. Peralta).

 

Ficha técnica Rio Conmigo

Intérpretes: Pablo Fermani, Bettina Quintá , Ernesto Chacón Oribe, Victoria Hidalgo, Yamila Guillermo, María del Mar Codazzi,  Rafael Peralta, Leonardo Gatto, Nicolás Miranda,Juan Pablo González.

Concepção e Direção Coreográfica: Diego Martín Franco

Música: Pimpinela, Strauss, Francisco Canaro, Los Cantores del Alba, Vivaldi, Carlitos Jiménez, Schubert.

Música Original y Diseño Sonoro: Pablo Satek

Iluminação: Emilio Días Abregú

Figurinos: MooO! Estudio

 

Apoio: Ministério da Cultura da Argentina

Parceria: SESC Palladium e Festival Cena Cumplicidades (PE)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

foto: Ramiro Peri

 

Bio da Cia

 

A Companhia Nacional de Dança Contemporânea da Argentina inaugura um espaço a fim de promover as diversas tendências da dança contemporânea no país, por meio da experimentação e a investigação em dança. Também busca por meio de uma linguagem própria destacar a dança Argentina no cenário da dança contemporânea mundial.

 

 

Ficha Técnico-Artística Compañía Nacional de Danza Contemporánea

Directora designada: Margarita Fernandez

Sub directora designada: Lorena Merlino

Bailarines: Bettina Quintá, Candela Rodriguez, Ernesto Chacón Oribe, Ines Maas, Juan Salvador Gimenez Farfan, Juan Pablo Gonzalez  Leonardo Gatto, Magalí Del Hoyo, María del Mar Codazzi , Nicolás Miranda, Pablo Fermani,  Diego Franco , Rafael Peralta, Victoria Delfino, Victoria Hidalgo, Victoria Viberti, Virginia López, Yamila Guillermo, Yésica Alonso, Mauro Podesta, Liber Franco.

Asistentes Coreográficos: Ramiro Soñez, Agustina Sario

Técnico Superior en Puesta en Escena: Roberto Salomón

Técnico Especialista en Luminotecnia Teatral: Martín Rebello

Técnico Especialista en Sonido y Acústica Teatral: Federico Spinelli

Técnico Especialista en Maquinaria y Tramoya Teatral: Andriy Atamanyuk

Técnico Especialista en Vestuario e Indumentaria Teatral: Patricia Martinez

Técnico Especialista en Utilería Teatral: Lautaro Kippes

Área Producción: Lorena Merlino- Marela Queralto. Juan José Divo.

Área Administrativa: Daniel Fernández, Mariana Schmith,  Paula Mota, Julieta Ledesma

 

E-mail: cndcdanzacontemporanea@gmail.com

 

 

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Rui Moreira Cia. de Danças, Minas Gerais

"Faça algum barulho", 2011

 

quando 02 Nov | quinta |  20h

onde Teatro Bradesco

duração 60'

classificação etária indicativa livre

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No diálogo entre gerações os conflitos podem se transformar em poesia e aprendizado mútuo...

Visitar as tradições significa tanto a volta pontos de partida quanto uma viagem nas transformações sociais perceptíveis na urbanidade contemporânea.

 

O encontro...

Em " Faça algum barulho ", dois - andançarinos - confrontados por suas diferenças, reinventam sua expressão. Em seus gestos estão vivas atitudes de danças patrimoniais e de danças urbanascontemporâneas. Explorando estes contrastes provocados pela diversidade, um assume traços da personalidade do outro e este espelhamento provoca uma trama inusitada entre um Bboy e um estilizado “Palhaço” das folias de Reis. Este encontro poderia também ser anunciado como um desafio entre os lundus e as danças urbanas do hip hop...

 

• O que é um Bboy - um b-boy é aquele que se expressa através break beats (nestas batidas os b-boys buscam quebrar todas as regras refazendo constantemente os movimentos do seu corpo ) usando várias combinações ou conjuntos de movimentos do repertório da breakdance. Um verdadeiro b-boy irá adicionar seu próprio estilo para estes diversos conjuntos. Estes conjuntos são inovados através de muita disciplina, dedicação rigorosa e prática durante a session ou prática breakdance. Um verdadeiro b-boy vai dançar a qualquer hora, em qualquer lugar e qualquer dia, quando desafiado ou “chamado para fora”, por outro dançarino ou b-boy/b-girl estabelecendo uma “batalha”. Uma batalha entre um b-boy e outro bailarino ou b-boy, terá show, paz, amor e respeito.

 

• O Palhaço... - Os Palhaços do ciclo natalino são os personagens mais curiosos das Folias de Reis. Sempre mascarados e vestidos com roupas coloridas, seguram em suas mãos a espada ou facão de madeira, com os quais defendem a bandeira. Se houver um encontro de bandeiras o Bastião deve defendê-la, cruzando sua espada com outros Bastiões sem dó! É o Bastião quem recolhe as ofertas, anuncia a chegada da bandeira nas casas, pergunta se o dono da casa aceita a visita, descobre as ofertas escondidas, “quebra os atrapalhos”, utilizando de gestos ou cerimoniais feitos por quem conhece a tradição.

 

 

Bio da Cia

 

A 'Rui Moreira Cia. de Danças' desenvolve pesquisas e criações, promove e difunde espetáculos e performances de dança. Esta Companhia desenvolve projetos coletivos e individuais de Rui Moreira, figura emblemática da dança brasileira contemporânea, com trajetória destacada e reconhecida nacional e internacionalmente como, dançarino intérprete-criador e coreógrafo.  Este é um empreendimento da Associação SeráQuê? Cultural, ONG que desenvolve ações de foco humanitário artístico cultural.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ficha Técnica

Concepção e coreografia: Rodrigo Peres e Rui Moreira

Concepção de Luz: Edimar Pinto

Vídeo Cenário: Mateus Guerra e Gabriela Guerra

Fotos da Folias de Reis: Consuelo Abreu

Trecho do filme: Terra deu Terra come Gênero: Documentário

Realização 7 Estrelo Filmes Produtora Associada: Tango Zulu Filmes

Distribuição: Video Filmes

Direção: Rodrigo Siqueira

Colaborou na direção: Pedro de Alexina

Figurino: Elvira Matilde

Elenco: Rodrigo Peres e Rui Moreira

Trilha sonora sons incidentais rua: Rui Moreira, Acaso são estes de Thomaz Gonzaga, Mouso Teke Soma Ye de Boubacar Traoré

Agradecimentos especiais ao Tambor Mineiro:  Maurício Tizumba, Bete Arenque, Expedito Araújo, Lazuli Produções, Jacqueline Castro, Agência I7

 

 

foto: Pedro Vilela

 

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Benjamin Abras, Minas Gerais

"Como caibo neste mundo / Como caibro deste mundo" , 2017

 

quando 03  Nov | sexta | 19h

onde Sesc Palladium Espaço Multiuso

duração 90'

classificação etária indicativa livre

Para assistir, faça sua Inscrição previamente pelo email inscricao@fid.com.br

Sujeito a lotação.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como caibo neste mundo / Como caibro deste mundo é uma investigação sobre o corpo encarcerado na situação sociopolítica e econômica do Brasil que mantém as pessoas em lugares politicamente definidos por questões econômicas óbvias. O corpo periférico, corpo ancestral, corpo assassinado, o corpo desejado, o corpo ritual são sítios atravessados pelo corpo do performer em um espaço limitado e instável. Que corpo periférico é este que habita o Brasil numa ditadura silenciosa,sofrendo violências escancaradas e ainda assim se traduz em poesia para evocar forças ,e estabelecer o Ser e não tão somente existir? Este trabalho vem caminhando no desvelamento do que a outros olhos atua invisível, como a dança dos orixás e sua relevância como mensagem de uma outra presença na cultura corporal brasileira, e esta delicada anarquia e sua capacidade de resiliência são algumas das ferramentas de construção ética e poética deste trabalho.

 

Bio

 

Benjamin Abras

Nascido em 1975, em Belo Horizonte (Brasil) Benjamin Abras é ator­bailarino, diretor de dança e teatro, poeta, ensaísta,dramaturgo,  artista visual, cantor e compositor.  Como um artista intermídias, ele se  vale da constante hibridação de linguagens no desenvolvimento de suas pesquisas na ritualização do instante para a construção da presença na dança contemporânea. Vem construindo seu trabalho através das técnicas advindas das tradições afro brasileiras, desenvolvendo desdobramentos na arte contemporânea, desconstruindo o pensamento que folclorizar a cultura africana no Brasil, provocando reflexões a partir da filosofia que sustenta a base técnica das tradições nas relações performativas e na criação de uma dramaturgia da performance É membro fundador do núcleo de pesquisas Afro-Butoh - KARADAORÔ com a bailarina japonesa Yuko Kominami, onde experimentam o diálogo entre a técnica Ressonância de Umbanda e Butoh.

 

Formação

 

• 1999 / 2017 ­ Capoeira Angola – BH / MG Mestre João Bosco

• 2013 ­ Butoh, sensei Yoshito Ohno – Seminário Corpolítico UFOP/ MG

• 2009 ­ Habitação FAN (Festival de Artes Negras, Minas Gerais, Brasil) desempenho Dance with Patrick Acogny Diretor de L'École des Sables, Toubab Dialaw, Senegal
• 2002/2005 ­ Curso de Preparação Corporal / ações físicas com Cristiano Peixoto e Alexander de Moraes Pontifex Theatre
• 1999/2005 ­ História oral, incluindo canções de Yoruba, ritmos tradicionais e Umbanda e Candomblé de dança com Mestre ( Ogã ) Carlinhos Oxossi (Falar Grupo Tambor)
• 2014 ­ Artes visuais cenografia e ilustração - Cia de Artes Explícitas Marciano Gonçalves e Sebastião Pimenta

 

Principais trabalhos de direção ­ dança, teatro e Performances

 

• 2017 ­Espécie - Co-direção,  direção de ator e trabalho de corpo Benjamin Abras

• 2017 Caldeirão da Santa Cruz do Deserto - Preparação Corporal, Direção em processo colaborativo.

• 2016  HADARATTE - Meu Coração está aqui  - Cia Balé Baião - direção Benjamin Abras e dançarinos criadores

• 2015/16 ­Sufi Sutra festival MAVAMBO - direção e performance Benjamin Abras

• 2015/17 KALUNDU - direção e performance Benjamin Abras

• 2015­ DelfinaFoundation LONDRES-Ministrante Residência Artística “Performance it’s a process”, Londres–ARAWÔ – Benjamin Abras

• 2014 Biennal Dak’Art, Dakar - A voz da voz na voz - direção Benjamin Abras

• 2014 Residência Oficinão do Galpão Madame Satã ­ preparação corporal e direção de ator, ministrante: Corporeidades Sonóras­ catiços e Orixás

• 2013 IJO ALAPINI - Ouro Preto / MG direção por Lau Santos

• 2013 A flor de Artaud - Belo Horizonte / MG direção por Lau Santos

• 2013 Residência Dramaturgia da Performance e performance: YamiYamiyami FAN ( Festival de Arte Negra )­ direção Benjamin Abras / Ricardo Aleixo

• 2012/13 ­ ZUMBI (baseado na peça de Augusto Boal) Direção João das Neves

• 2012 ­ MASEMBA ­ Solo de dança-teatro performativo Direção geral e performance Benjamin Abras

• 2011 ­ ZUCCO ­ Direção: Benjamin Abras e Amaury Borges

• 2010 ­ Q'eu Isse ­ FESMAN Dakar, Senegal, direção Rui Moreira
• 2009 ­ Retour au Pays Natal ­ FAN ­ Belo Horizonte (MG), dirigido por Patrick Acogny

foto: acervo

 

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Benjamin Abras e Coletivo Multidanças, Minas Gerais

"Maravalhas", 2017, Circulando Grande BH

 

quando 11 Nov | sábado | 17h

onde Bairro das Indústrias | Auditório

duração 40'

classificação etária indicativa livre

Esse espetáculo recebe o Selo do Território Minas  dentro do Circulando Grande BH

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Maravalhas é um jogo corpográfico onde os elementos da capoeira de angola e a dança dos orixás dialogam com a corporeidade dos convidados. A palavra Maravalhas significa restos de madeira das esculturas dos santeiros. A imersão é desvelar o que ficam destes elementos na corporeidade de cada colaborador da investigação.

 

Maravalhas é um projeto do artista multimídia Benjamin Abras que foi o ponto de partida para a realização da performance “A voz da voz na voz” na Biennal de arte contemporânea de Dakar Dak’art em Ouakam Senegal,  e foi laboratoriada novamente na mostra Benjamin de Oliveira em 2014.

 

Nesta nova imersão o convite vai para o Coletivo Multidanças, para o estabelecimento de um laboratório constante, no qual estilos diferentes vias de dança podem oferecer ao experimento novas poéticas corporais em Maravalhas.

 

Ficha técnica: Benjamin Abras, Rodrigo Pinheiro, Gutiele Ribeiro, Marcia Neves

 

 

foto: Cacheado Braga

 

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